CONSTRUINDO RELAÇÕES ÉTICA E SOLIDÁRIA ENTRE O CAMPO E CIDADE

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A Rede Bragantina de Economia Solidária Artes & Sabores é constituída por 15 (quinze) empreendimentos associativos, atuantes em quatros municípios do Território Nordeste Paraense. Essa Rede tem como entidade de apoio e fomento, a Escola de Formação Para Jovens Agricultores de Comunidades Rurais Amazônicas - ECRAMA e o Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará – CEDENPA, que desenvolvem atividades de educação formal profissionalizante, educação não formal e continuada quanto ao Direitos Humanos, Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais. Esta organização trabalha com princípios e práticas da Economia Solidária, tendo como objetivo: DESENVOLVER E FOMENTAR AÇÕES COLETIVAS DE PRODUÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E CONSUMO CONSCIENTE, COM HOMENS E MULHERES DO CAMPO E DA CIDADE, VALORIZANDO OS SABERES E A CULTURA DOS POVOS DO BIOMA AMAZÔNICO.

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sexta-feira, 16 de março de 2018

MAIS UM CONFLITO NO ESTADO DO PARÁ


Entre os conflitos na região, destaca-se o caso envolvendo os índios Xikrin e a Vale por conta do empreendimento Onça Puma, que extrai níquel das serras de Onça e Puma, mas tem gerado uma série de impactos ambientais no Rio Cateté. Esse caso, segundo Cazetta, “pode vir a ser um ótimo exemplo de boas práticas ou um imenso desastre, tudo a depender dos esforços reais para que se entenda a dinâmica dos impactos no rio, sua origem e as medidas possíveis de solução”. FONTE http://www.ihu.unisinos.br 




quinta-feira, 12 de outubro de 2017

AGROBIODIVERSIDADE: CULTURA, SABERES E CONVIVENCIA

Nos dias 11 e 12 de outubro, a dra Tatiana Sá, coordenadora do Núcleo Puxirum Agroecologico da Embrapa / Cpatu, e a dra Marina  Padrão Temudo da Universidade de Lisboa, com larga experiencia de trabalho com agricultores familiares, na África, (Guiné Bissau, Luanda e Cabo verde), com pesquisa sobre Agrobiodiversidade e Segurança Alimentar. Com elas visitamos a comunidade remanescente de quilombo de Três Voltas, a comunidade de agricultores familiares de São Bento e o acampamento Quintino Lira.

O diálogo com essas diferentes

Visita comunidade Três Volta - Santa Luzia do Pará 

Alunas da escola ECRAMA do acampamento Quintino Lira

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

VIVENCIAS EM REDE

Nos dias 19 e 20 de agosto, aconteceu a reunião ordinária do conselho  da Rede Bragantina. Conforme aprovado no planejamento de 2017, no segundo semestre deste ano, a reunião mensal acontece em forma de intercambio, sediado por cada empreendimento. Estivemos na comunidade de Tatajuba município de Viseu. Com a presença dos empreendimentos dos municípios de Santa Luzia, Cacheira do Piriá e Capitão Poço. Nestes 2 dias de vivências e aprendizados coletivo, com atividades de Roda de Conversa, coordenada respectivamente pela graduanda em Direito Ranieli Silva  e doutora Tatiana Sá do Nucleo Puxirum Agroecologico da Embrapa / Cpatu. Com a participação de jovens e adultos, num caloroso debate sobre Analise de Conjuntura – Perda de direitos. Agricultura familiar e Segurança Alimentar, com enfoque central para as questões de Produção, Comercialização, Relações de Gênero.
A mini oficina de Educação ambiental, que juntou crianças e adolescente, no acompanhamento de Valeria e Giula. Jovens do serviço civil italiano, que neste ano estão colaborando com as atividades da escola ECRAMA e da Rede Bragantina
A  diretoria da associação de Tatajuba organizou na noite sábado, um momento de Louvor, e no domingo, visitamos a área de trabalho da Associação, onde foi plantado feijão, para produção de sementes, e nos lotes dos associados (as); Madalena, Jaci,  Didi e seu filho Ney, ex aluno da Escola ECRAMA

Momento de debate na vivencia na comunidade Tatajuba - Viseu - PA 

Foto de grupo dos participantes da vivencia 

quinta-feira, 18 de maio de 2017

COMUNIDADE QUILOMBOLA AMEAÇADA

Os agricultores familiares e moradores da comunidade quilombola de Jacarecuara, depois de várias tentativas de negociação com o noto fazendeiro de Capitão Poço, sequestram grandes quantidades de produtos agrotóxicos que estava sendo usado na fazenda situada na proximidade da área demarcada da comunidade.
A comunidade de Jacarequara, banhada pelo rio Guamá, a tempo é alvo de agressões as suas terras como, desmatamento descontrolado, extração de palmito e captura de peixes ornamentais do rio




quarta-feira, 3 de maio de 2017

PLANEJAMENTO ATIVIDADE NA COMUNIDADE TATAJUBA

Nesta segunda feira, 1º de maio, os representantes das entidades de apoio da Rede Bragantina – Escola ECRAMA e CEDENPA, visitaram a comunidade de Tatajuba para junto planejar algumas ações. Com os membros da associação local, foram discutidos os passos necessários para iniciar a feira do Agricultor Familiar, que será implantada na vila de Curupaiti município de Viseu. Além dos agricultores de Tatajuba, outras associações sinalizaram interesse em iniciar a feira com uma programação inicial de uma vez por mês.
Para o numeroso público presente, foram também repassadas informações sobre o andamento do projeto Frutos da Floresta, bem como sobre o plantio do feijão orgânico que os associados pretendem plantar em forma de mutirão como forma de implementar o fundo rotativo solidário, da mesma associação.

Paralelamente teve um diálogo com as associadas, juntamente a antropóloga Kerri Brown que acompanhou a comitiva, sobre atividades a ser realizadas no decorrer deste ano, com temática relacionada a “saberes da medicina popular”     
Arquivo Rede - visita propriedade agricultor Tatajuba

Arquivo Rede - foto de grupo dos associados

domingo, 30 de abril de 2017

GUARDIÃES DOS SABERES DA MEDICINA TRADICIONAL

Nesta última semana de abril, a Rede Bragantina recebeu a antropóloga Kerri Brown, da Fiocruz do Rio de Janeiro/Southern Methodist University no Texas, EUA, e a Iyá Lúcia do Grupo de Mulheres Yepondá no Rio de Janeiro, no apoio da pesquisa de doutorado da Kerri, Saúde e o Uso das Plantas Medicinais nas Comunidades Afrodescendentes: uma discussão das políticas públicas do setor”. Além das atividades de pesquisa, a Iyá Lúcia, realizou várias oficinas sobre políticas publica e culturais.
Além de visitar e conhecer as atividades desenvolvidas pela Rede Bragantina de Economia Solidária e a Cooperativa COOMAR, Kerri e Iyá Lúcia, encontraram lideranças políticas do município de Santa Luzia do Pará, entre elas: Secretário de Saúde, o Secretário de Meio Ambiente e a Vice-Prefeita do município, para apresentar a proposta da pesquisa e outras possíveis atividades a serem desenvolvidas relacionadas aos direitos das mulheres, igualdade racial, intolerância religiosa, e juventude.
No decorrer da semana visitaram também as comunidades de Pimenteira e Transcaete, tendo contato com agricultor (as) familiares com saberes sobre medicina tradicional, conhecimento das ervas e seus benefícios e formas de preservação dessa cultura. Na Pimenteira a Iyá Lúcia, conduziu oficinas sobre violência doméstica e património cultural; e no dia 29, juntamente à voluntárias italiana Giulia e a Valéria, realizou uma mini oficina, sobre cultural afro-brasileira e uso de turbantes na afirmação da estética e identidade da mulher negra.

Estas atividades terão prosseguimento nos próximos meses, com as lideranças dessas comunidades e empreendimentos associativos da Rede Bragantina.
Kerri Brown e a Iyá Lúcia com lideranças da Comunidade Quilombola da Pimenteira 

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

ALMOÇO SOLIDÁRIO DA REDE BRAGANTINA

Os EES da Rede Bragantina, realizaram neste dia 13 de Dezembro, a 5a edição do “Almoço Solidário.” Esta é uma iniciativa que visa o fortalecimento do Fundo Solidário da Rede Bragantina, para sustento de suas atividades de reuniões, intercâmbios, aquisição de bens e equipamentos.

Os produtos servidos

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

FRUTOS DA FLORESTA – PLANEJAMENTO DAS ATIVIDADES

Representantes de 10 empreendimentos associativos da Rede Bragantina, estiveram reunidos nos dias 04 e 05 de outubro, juntamente a equipe do Instituto Marista Solidariedade, para realizar o planejamento estratégico das atividades previstas no projeto Frutos da Floresta. O Projeto Frutos da Floresta foi selecionado no âmbito da Chamada Pública de Projetos Produtivos Sustentáveis de Fundo Amazônia, gerido pelo BNDES.
As ações serão realizadas nos territórios Nordeste Paraense e Baixo Tocantins, onde atuam 04 cooperativas e 10 associações diretamente envolvidas.

Dentre os objetivos do projeto destaca-se


sábado, 23 de julho de 2016

MISTICA NA IV EDIÇÃO DA FECOSOL E ACAJU

Os empreendimentos associativos da Rede Bragantina de Economia Solidária Artes & Sabores, abrem com a Mística, a IV edição da Feira de Economia Solidária.
Comensalidade significa comer e beber juntos ao redor da mesma mesa. Esta é uma das referências mais ancestrais da familiaridade humana pois aí se fazem e se refazem continuamente as relações que sustentam a família.
A comensalidade, que teria começado há sete milhões de ano, é tão central que está ligada à própria essência do ser humano enquanto humano.
Por isso, importa reservar tempos para a mesa em seu sentido pleno da comensalidade e da conversação livre e desinteressada. Ela é uma das fontes permanentes de refazimento da humanidade hoje globalmente anêmica.

Cada grupo / associação / cooperativa participante da Feira, preparou um prato e oferto-o para realização deste momento


quinta-feira, 30 de junho de 2016

ASSINADO TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA ENTRE IMS e EES DA REDE BRAGANTINA



Com a presença de 32 agricultores (as), e dois técnicos do Instituto Marista de Solidariedade – IMS, em reunião e debate sobre o projeto Frutos da Floresta, foi assinado o Termo de Cooperação Técnica, com objetivo de envolver 130 agricultores (as) familiares na implantação de Sistemas Agroflorestais e Agroecológicos, com vistas ao fortalecimento de produção, processamento e comercialização de produtos da fruticultura e da sociobiodiversidade.
Representando todos os Empreendimentos da Rede Bragantina no subprojeto Sistemas Agroflorestais e Agroindústria e Comercialização ficaram respectivamente a Associação Quilombola dos Agricultores Familiares da Pimenteira – AQUAFAP e Cooperativa COOMAR.

Este projeto



 

terça-feira, 26 de abril de 2016

TEMPO COMUNIDADE NA ESCOLA ECRAMA



Nos dias 21, 22, e 23 de Abril foram realizados os primeiros acompanhamentos dos participantes do curso Agroecologia e Cidadania.  Foram visitadas as propriedades de 8 (oito) participantes do Curso, que moram nas comunidades Quilombolas de Camiranga, Bela Aurora e Mariana, todas banhada pelo rio Gurupi, na divisa entre o Pará e o Maranhão, pertencente ao município de Cachoeira do Piriá. O tempo comunidade é  atividade integrante do projeto “Homens e Mulheres, protagonistas da Educação e Desenvolvimento Local Sustentável”, financiado pela MISEREOR. O objetivo principal foi de conhecer



domingo, 13 de março de 2016

REUNIÃO DO CONSELHO DA REDE BRAGANTINA NA COMUNIDADE DE CARRAPATINHO



Na ultima sexta feira, na sede da Associação Comunitária dos Mines e Pequenos Produtores Rurais de Carrapatinho – ACOPEC, município Capitão Poço, com a participação dos conselheiros (as)   representantes,  aconteceu a reunião ordinária do mês de março do Conselho da Rede Bragantina. A pauta em discussão quanto aos projetos de Capacitação, Produção e Comercialização, foi deliberada no sentido de que todos os empreendimentos devem dos tres projetos de modo que possamos atender as demandas e necessidades dos empreendimentos e do coletivo, notadamente, garantindo o abastecimento dos pontos de comercialização da Rede, e abrindo possibilidades de mercados alternativos locais, em nível de município.
Com trabalho de três grupos, iniciamos a construção participativa da quarta edição da Feira da Economia Solidária e Amostra Cultural da Juventude – FECOSOL-ACAJU, com as seguintes propostas

domingo, 7 de fevereiro de 2016

DIVULGANDO O CURSO AGROECOLOGIA E CIDADANIA



A equipe da Escola de Formação Para Jovens Agricultores de Comunidades Rurais Amazônicas – ECRAMA está cumprindo uma intensa agenda de visitas nas comunidades de Santa Luzia do Pará e Municípios vizinhos, para divulgar as inscrições do curso “Agroecologia e Cidadania”. Estamos ofertando 30 vagas, na modalidade Alternância, para um público de agricultores (as) familiares: jovens e adultos, homens e mulheres. O Projeto Pedagógico do curso tem como prática a Educação Continuada Para Vida e Trabalho no Campo. Em diferentes níveis de formação, e inter-relação: ESCOLA > COMUNIDADE > SOCIEDADE. Reafirmamos e valorizamos o saber popular, a cultura do campo, construindo em cooperação, oportunidades de trabalho e geração de renda, dinamizando atividades produtivas agroecológicas, econômicas e sociais
Outras informações Fone: (0xx) 91-34451461 – escolaecrama@hotmail.com



DIVULGAÇÃO DAS ATIVIDADES NA COMUNIDADE QUILOMBOLA DE TRÊS VOLTA – SANTA LUZIA DO PARÁ

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

15 DEZEMBRO – DIA NACIONAL DA ECONOMIA SOLIDÁRIA



O Dia Nacional da Economia Solidária é comemorado anualmente em 15 de dezembro, no Brasil.
A data tem o objetivo de incentivar a defesa do trabalho associado e voluntário, a partir do desenvolvimento sustentável, respeito à vida e com justiça social.
O principal intuito do Movimento de Economia Solidária do Brasil é fomentar a criação de políticas públicas nacionais de economia solidária.
Muitas empresas brasileiras já trabalham com os princípios da economia solidária, ou seja, utilizam técnicas e modelos de produção que garantem o bem-estar dos seus funcionários, a preservação do meio ambiente e a organização autogestionária da empresa.

ORIGEM DO DIA NACIONAL DA ECONOMIA SOLIDÁRIA

O Dia Nacional da Economia Solidária foi criado em homenagem ao ambientalista Chico Mendes, que nasceu em 15 de dezembro de 1944. Chico Mendes ficou conhecido pela luta em defesa dos seringueiros da Bacia Amazônica, através da conscientização das empresas em preservar a floresta nativa.
O ativismo ecológico de Chico Mentes ganhou dimensões de Economia Solidária do Brasil decidiu que o dia 15 de dezembro deveria ser dedicado internacionais. O Movimento à nobre causa que representou a vida de Chico Mendes: o Dia Nacional da Economia Solidária.
FONTE: www.caledarr.com
  

                                                         REUNIÃO MENSAL DO CONSELHO DA REDE BRAGANTINA

CULTIVO DE FEIJÃO CAUPI

Histórico feijão caupi Disseminado por todo o Brasil, o feijão-caupi recebeu vários nomes, entre nós é chamado feijão da colônia. Entre agri...