CONSTRUINDO RELAÇÕES ÉTICA E SOLIDÁRIA ENTRE O CAMPO E CIDADE

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A Rede Bragantina de Economia Solidária Artes & Sabores é constituída por 15 (quinze) empreendimentos associativos, atuantes em quatros municípios do Território Nordeste Paraense. Essa Rede tem como entidade de apoio e fomento, a Escola de Formação Para Jovens Agricultores de Comunidades Rurais Amazônicas - ECRAMA e o Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará – CEDENPA, que desenvolvem atividades de educação formal profissionalizante, educação não formal e continuada quanto ao Direitos Humanos, Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais. Esta organização trabalha com princípios e práticas da Economia Solidária, tendo como objetivo: DESENVOLVER E FOMENTAR AÇÕES COLETIVAS DE PRODUÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E CONSUMO CONSCIENTE, COM HOMENS E MULHERES DO CAMPO E DA CIDADE, VALORIZANDO OS SABERES E A CULTURA DOS POVOS DO BIOMA AMAZÔNICO.

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terça-feira, 19 de agosto de 2014

MARCHA DAS MULHERES NEGRAS 2015



As representantes do Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará – CEDENPA, Nilma Bentes e Maria Albenize, estiveram na região Bragantina, para protocolar oficio pedindo apoio as Prefeituras e Câmara de Vereadores dos municípios de Bragança, Viseu, Cachoeira do Piriá e Santa Luzia do Pará para a Marcha das Mulheres Negras 2015 - Contra, o Racismo e a Violência e pelo Bem Viver. Este importante evento acontecerá no dia 13 de Maio 2015 em Brasília /DF, no dia Nacional da denúncia do racismo.
A Rede Bragantina estará ao longo desse período mobilizando a participação das mulheres para a Marcha.
Na oportunidade dessa agenda, visitaram a Escola ECRAMA e dialogaram com os jovens estudantes sobre o ENEM e o acesso a Universidade pública pelo sistema de cotas para indígenas e quilombolas. 


segunda-feira, 18 de agosto de 2014

TEMPO ESCOLA NA ECRAMA

No sábado dia 16 de agosto, finalizamos o Tempo Escola com jovens da primeira turma do ensino médio. Dentre as atividades práticas deste período, destacamos a compostagem como aprendizado sobre manejo de adubação orgânica e  uso de  ingá na produção de biomassa para o cultivo de feijão caupi - Vigna unguicullata. Com essa prática os alunos iniciaram também, o estudo sobre produção de sementes de caupi para agricultura familiar.  Na avaliação do aprendizado deste Tempo Escola, foi observado a importância da biomassa no manejo do solo em áreas não queimada, o uso de adubos orgânicos e o controle de ervas. Durante seis meses esse projeto será monitorado, e avaliado pelos componentes da área de conhecimento das disciplinas que a integram.






terça-feira, 12 de agosto de 2014

ASSINADO TERMO DE PARCERIA



Na sexta feira, 01 de Agosto, os representantes da Obras Sociais da Diocese de Bragança e da Moradia e Cidadania – Coordenação Pará, assinaram termo de parceria para implementação de ações que visam fortalecer duas comunidades quilombolas do Território Nordeste Paraense, onde vivem famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional.

A Rede Bragantina de Economia Solidária Artes & Sabores, juntamente as associações / comunidade beneficiaria diretas das ações, são responsáveis pela execução e acompanhamento das atividades implantadas.
Nas comunidades Paca e Aningal, município de Viseu, serão instalados módulos familiares de criação de aves, adequando as práticas locais com técnicas de criação em sistema semiconfinado. Estimulando entre as famílias beneficiárias, o aprendizado e o trabalho em mutirão para o desenvolvimento das atividades e a sustentabilidade das ações previstas.
Na comunidade da Narcisa, município de Capitão Poço, será reestruturada a unidade de beneficiamento da farinha de mandioca (casa de farinha) já existente na comunidade, porém em precárias condições. A adequação das instalações e a aquisição de alguns equipamentos, permitirá aos associados maior aproveitamento do potencial da mandioca, passando a produzir não somente farinha de mandioca de boa qualidade, mas, goma, tucupi e com os resíduos, ração para criação de aves e produção de adubos orgânicos.


Diretoria da Moradia e Cidadania Coordenação Pará e representantes das entidades de promoção e parceiras da Rede Bragantina.   

terça-feira, 5 de agosto de 2014

OFICINA DE MEDIADORES DE LEITURA



Nos dias 19 e 20 de Julho, a Associação da Mulher Olímpia da Luz – AMOL, empreendimento associativo da Rede Bragantina de Economia Solidária Artes & Sabores, realizou a Oficina de capacitação para Mediadores de Leitura; a oficina faz parte de uma série de atividades previstas no projeto Semente Solidária, tendo como patrocinador o Banco da Amazônia S/A – BASA.
A oficina foi realizada no espaço cedido pela Paroquia de Santa Luzia, com a participação de 16 pessoas, adolescentes, jovens e adultos, moradores do Bairro Novo e das comunidades remanescentes de quilombo da Pimenteira, do Tipitinga e da Narcisa; município de Santa Luzia do Pará.

As facilitadoras, Ana Maria Cabral da Gama e Ângela Maria Cabral da Gama, mediadoras e multiplicadoras da Vaga Lume, envolveram os participantes, destacamos alguns relatos das(os) participantes:

sábado, 26 de julho de 2014

OFICINA DE ÓLEOS VEGETAIS E PLANTAS MEDICINAIS

Neste sábado, 26 de Julho, encerramos uma  etapa da Oficina sobre ÓLEOS VEGETAIS E PLANTAS MEDICINAIS: conhecimento tradicional, biodiversidade e produção, organizada pelo grupo de mulheres da Associação Campo Cidade Transformar, Agregar Valores e Vida – ATAVIDA, empreendimento associativo da Rede Bragantina de Economia Solidária Artes & Sabores.
Durante seis meses, o Centro de Estudo e Defesa do Negro do Pará – CEDENPA e o Centro de Educação e Desenvolvimento Integrado na Amazônia – CEDIAM, entidades de apoio da Rede Bragantina, construíram o diálogo para realização desse importante evento, em apoio ao trabalho que há seis anos está sendo realizado por mulheres de comunidades tradicionais,para cura de doenças, tendo por base saberes ancestrais no uso de plantas medicinais.
A realização dessa oficina culminou com aprovação de um projeto de patrocínio apresentado à OSCIP Moradia e Cidadania - coordenação Pará; e a colaboração da doutora Terezinha de Jesus Soares dos Santos, diretora do Instituto Tumucumaque do Estado do Amapá, e membro do Instituto de Mulheres Negras – IMENA.
Entre tantas, a riqueza dessa oficina foi a valiosa troca e vivencias de saberes tradicionais entre as participantes junto com a dra Terezinha,que afirmou, a importância do conhecimento como instrumento de desenvolvimento, apresentando as técnicas desenvolvidas no trabalho que coordena em Macapá, e orientando na prática, a produção de tintura, extrato, xarope, diluição, etc.
Presente neste evento, o Coordenador Estadual da Moradia e Cidadania, Sr. Joaquim Sacramento da Silva, falou sobre a importância do trabalho em Rede, como caminho para a solidariedade com os mais empobrecidos, expressando nesta poesia seu sentimento sobre o trabalho da Rede Bragantina.
Na Rede Solidária, os fios formam o todo,
Não há lugar pra engodo; a ação é libertária.
A Rede fica forte,com fios todos unidos;
Ninguém fica banido, penando até a morte.
Tem causa humanitária, lutando contra o rodo;
da frente sanguinária.
Tecendo nova sorte, ao povo mais sofrido;
fazendo luz no Norte
Joaquim Sacramento.

25/07/2014



fonte arquivo CEDIAM - grupo participante

fonte arquivo CEDIAM - praticas da oficina

fonte arquivo CEDIAM - atividade teórica



fonte arquivo CEDIAM - praticas da oficina






domingo, 20 de julho de 2014

OFICINA EXTRAÇÃO ÓLEOS

No período de 24 a 26 de julho o Centro de Educação e Desenvolvimento Integrado na Amazônia – CEDIAM, e o Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará – CEDENPA, entidades de apoio da Rede Bragantina de Economia Solidária, estarão promovendo a I Oficina de Extração de Óleos: Fitoterápico Artesanal.
Esta oficina tem o patrocínio da OSCIP Moradia e Cidadania, e será ministrada sob a orientação da dra.Terezinha de Jesus Soares dos Santos – Teca,  diretora do Instituto Tumucumaque.
Com objetivo de resgatar e valorizar o saber tradicional, que se transmitia entre gerações, com uso de plantas medicinais na cura de doenças, desde 2008 o CEDIAM e o CEDENPA, desenvolvem com o grupo de mulheres da comunidade quilombola da Pimenteira um trabalho de saúde popular e sensibilização das famílias comunidade,para proteger espécies em vias e desaparecimento,incentivando o preparo de produtos à base de plantas medicinais, paraatendimento gratuito as famílias da comunidade da Pimenteira e outras de seu entorno.
Alguns produtos: garrafada, pomada, tintura, ervas secas (unha de gato, verônica, barbatimão), óleos de andiroba, coco, cumaru, etc, são comercializados, na loja da Rede Bragantina, e na Feira do Produtor Orgânico, em Belém; dando possibilidade aos consumidores da capital do estado o acesso a esses produtos.
O potencial de plantas encontradas na Amazônia para extração de óleos está restrito ao domínio de empresas que exploram com finalidade de produção de cosméticos.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

NARCISA, RECONHECIDA PELO INCRA COMUNIDADE QUILOMBOLA

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) publicou portaria no Diário Oficial da União desta terça-feira (15), reconhecendo como terras das comunidades remanescentes de quilombos áreas de três estados brasileiros.
No Ceará, na cidade de Croatá e Ipueiras, o Instituto reconheceu uma área de mais de 2.9 mil hectares como terra da comunidade Três Irmãos. Já em Treze de Maio (SC) uma área de 30 ha passou a ser da comunidade Família Thomaz. Capitão Poço, cidade do estado do Pará, também teve uma área  de 618 ha declarada como terra da comunidade remanescente de quilombos Narcisa.
O processo de reconhecimento de uma terra para os quilombos é considerado por representantes do governo e de movimentos sociais uma das principais medidas de resgate cultural e de autossuficiência dessas famílias que dependem, basicamente, de atividades econômicas agrícolas e de pesca e artesanato.

Como funciona o reconhecimento e titulação da terra

CULTIVO DE FEIJÃO CAUPI

Histórico feijão caupi Disseminado por todo o Brasil, o feijão-caupi recebeu vários nomes, entre nós é chamado feijão da colônia. Entre agri...