CONSTRUINDO RELAÇÕES ÉTICA E SOLIDÁRIA ENTRE O CAMPO E CIDADE

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A Rede Bragantina de Economia Solidária Artes & Sabores é constituída por 15 (quinze) empreendimentos associativos, atuantes em quatros municípios do Território Nordeste Paraense. Essa Rede tem como entidade de apoio e fomento, a Escola de Formação Para Jovens Agricultores de Comunidades Rurais Amazônicas - ECRAMA e o Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará – CEDENPA, que desenvolvem atividades de educação formal profissionalizante, educação não formal e continuada quanto ao Direitos Humanos, Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais. Esta organização trabalha com princípios e práticas da Economia Solidária, tendo como objetivo: DESENVOLVER E FOMENTAR AÇÕES COLETIVAS DE PRODUÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E CONSUMO CONSCIENTE, COM HOMENS E MULHERES DO CAMPO E DA CIDADE, VALORIZANDO OS SABERES E A CULTURA DOS POVOS DO BIOMA AMAZÔNICO.

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sábado, 24 de setembro de 2016

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL: Agroecologia e segurança e soberania alimentar na Amazônia

Terminou neste sábado, 24 de setembro, a intensa programação da 12ª Semana da Alimentação Saudável. Com a presença da Dra Clara Terko Takaki Brandão, médica pediatra, nutróloga e pesquisadora de alimentos regionalizados (http://multimistura.org.br/).
Diálogo em Rodas de Conversa, Oficinas práticas e Feira de Gastronomia foram promovidas  pela Rede Bragantina de Economia Solidaria Artes & Sabores, OSCIP Moradia e Cidadania, Museu Paraense Emilio Goeldi, em parceria com Associação Pará Orgânico, Núcleo Puxirum Agroecologico – Embrapa Amazônia Oriental.
A Rede Bragantina vem desenvolvendo,
PARTICIPANTES OFICINA PRÁTICA EM SANTA LUZIA 

RODA DE CONVERSA EMBRAPA / NÚCLEO PUXIRUM AGROECOLOGICO

junto as associações de agricultores (as) familiares, atividades de valorização da produção de hortaliças não convencionais, frutas, cereais, raízes e tubérculos, incentivando o resgate, o cultivo, o processamento e a comercialização desses produtos, tendo entre outros, objetivos de:
a)    Estimular agricultoras familiares e consumidores, sobre a produção e consumo de alimentos regionais e plantas medicinais cultivados com práticas sustentáveis, para a saúde, a autonomia alimentar e a segurança nutricional.
b)    Orientar e dialogar sobre práticas de preparo de alimentos e forma saudável, assegurando a qualidade nutricional e baixo custo financeiro.
c)    Estimular bons hábitos alimentares para a saúde e para o bem viver

Com estas iniciativas buscamos contribuir e dialogar com as instituições e militantes do movimento da “alimentação alternativa”, profissionais independentes, e movimentos sociais, consumidores em geral, em contraposição a produção e consumo de alimentos incentivados pela “Revolução Verde”, no sentido de debater:
d)    O papel e a importância da Agricultura Familiar e da Agroecologia para a  Soberania e a Segurança Alimentar, diante do cenário das políticas pública implementadas;
e)    A mudança de hábitos alimentares da sociedade rural e urbana, provocada pelo modelo de desenvolvimento em curso no Brasil, a partir da década de 1960, comandada pela política de exportação de agroquímicos, com significativo consumo de alimentos industrializados, e a consequência para saúde pública e o caráter estrutural que envolve esse problema;

f)     Os avanços e desafios desse trabalho, a busca por maior adesão de pessoas, instituições públicas, organizações não governamentais, profissionais sensíveis ao problema da Segurança Alimentar e da má alimentação.

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